No final da ação, os formandos deverão ser capazes de:
- Analisar criticamente as Aprendizagens Essenciais de Matemática dos ensinos básico e secundário;
- Compreender o pensamento computacional e as suas práticas (abstração, decomposição, reconhecimento de padrões, algoritmia e depuração), articulando-as com as Aprendizagens Essenciais;
- Utilizar o Scratch e o Python como ferramentas didáticas para explorar conceitos matemáticos e conceber tarefas;
- Selecionar, adaptar e elaborar tarefas matemáticas que promovam o pensamento computacional;
- Planificar colaborativamente uma aula de investigação, antecipando estratégias, dificuldades e formas de trabalho dos alunos;
- Observar e analisar as aprendizagens dos alunos, com foco no pensamento computacional;
- Refletir sobre a evidência recolhida, reformulando tarefas e identificando implicações para a melhoria das práticas pedagógicas.
Conteúdos
O trabalho a desenvolver nesta ação de formação centra-se na aprendizagem dos alunos, tendo como base de trabalho colaborativo dos participantes, incidindo sobre pelo menos um tópico das AE. Os principais conteúdos incluem:
1. Aprendizagens Essenciais de Matemática do ensino básico e secundário – análise com foco no desenvolvimento do pensamento computacional
2. As cinco práticas do PC nos documentos curriculares portugueses — abstração, decomposição, reconhecimento de padrões, algoritmia e depuração — e questões orientadoras para as operacionalizar em tarefas de matemática (Espadeiro, 2022);
3. Tarefas matemáticas, tecnologia e aprendizagem dos alunos: pensamento computacional "sem computadores" - tarefas unplugged (ex.: tarefas Bebras) e a sua relação com tarefas mediadas por Scratch/Python; análise de exemplos das Aprendizagens Essenciais ou revistas profissionais/científicas;
4. Planeamento da aula de investigação: elaboração/adaptação de pelo menos uma tarefa que envolva pensamento computacional; antecipação de respostas, dificuldades e estratégias dos alunos; organização do trabalho em sala de aula e da discussão coletiva;
5. Observação e reflexão pós-aula: observação focada no trabalho dos alunos, com recolha de produções dos alunos, registos fotográficos/vídeo e notas de campo: como os alunos interagem com a tecnologia? De que forma a ferramenta facilitou ou dificultou a compreensão dos conceitos e/ou procedimentos matemáticos? Análise das aprendizagens realizadas e do papel do pensamento computacional; reformulação da tarefa e do plano de aula, se necessário.
Cronograma 30 Out
6, 27 Nov,
11 Dez
4-8, 15 Jan
5, 15-19, 26 fev
8-19 Mar
9 Abr

- Formador: Paula Gomes
- Formador: Rui Raposo
Paula Cristina marques Gomes - CCPFC/RFO-19962/05
Rui Pedro Broco Raposo - CCPFC/RFO-20355/06
Exclusiva a professores a Escola Secundária Dr José Afonso - Seixal
Para os efeitos previstos no artigo 8.º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para a avaliação do desempenho e para a progressão na carreira dos docentes.
Esta ação releva igualmente para os efeitos previstos no art.9º do supracitado Dec-Lei, designadamente dos professores dos grupos 230 e 500.